Quando seu filho Arthur, hoje com 13 anos, recebeu o diagnóstico de autismo, Fernanda Albertoni sentiu o chão desaparecer.
“Passa um turbilhão na cabeça: o que será dele quando eu não estiver mais aqui?”, conta a mãe em entrevista exclusiva ao canal de networking digital de Leandro Xavier.
Bacharel em Educação Física, pós-graduada em Fisiologia, ABA, Neurociência Clínica e Psicomotricidade, Fernanda transformou a dor em missão. Deixou a carreira de treinadora e hoje atua como neuroterapeuta, atendendo crianças, adolescentes e famílias tanto presencialmente quanto online.
Durante quase 1h30 de live, ela explicou conceitos práticos que poucos profissionais traduzem para a linguagem das mães: o que é o “cérebro em alerta”, por que a criança autista se bate ou não consegue ficar sentada na escola, e o maior erro que as famílias cometem: a superproteção.
“Diagnóstico não define seu filho. Ele nos dá caminhos. Nosso objetivo tem que ser a autonomia”, enfatizou Fernanda, que também compartilhou histórias reais, como o vínculo emocional de Arthur com um cavalo chamado Arturia e as crises sensoriais durante as fortes chuvas em Minas Gerais.
A neuroterapeuta alertou ainda sobre a importância da regulação sensorial e revelou que está trazendo para a cidade a neuromodulação auricular do nervo vago – técnica avançada que atua diretamente na conexão corpo-cérebro.

A live já acumula centenas de visualizações e mensagens de mães que se sentiram acolhidas. “Nunca mais diga ‘tadinho’ do seu filho”, pediu Fernanda. “Ele não precisa de pena. Precisa de oportunidade de aprender a se virar sozinho.”
A conversa completa está disponível no YouTube do canal Networking Digital com Leandro Xavier. Mães que acabaram de receber o diagnóstico ou profissionais da área podem acompanhar também pelo https://www.instagram.com/fernandaalbertoni/


















