“Doutor, meu joelho está gasto?” Essa pergunta é comum no consultório, e a resposta é mais interessante do que parece. O Dr. Bruno Paschoa, ortopedista especialista em joelho em Florianópolis, explica que a artrose do joelho vai além de um simples desgaste e que entender o problema é o primeiro passo para tratá-lo bem.
“A artrose é uma condição degenerativa com desgaste progressivo da cartilagem, que é a estrutura que permite o movimento suave entre os ossos e ajuda a absorver o impacto”, explica.
Com o tempo, ou por causa de lesões, desalinhamentos e sobrecarga, essa cartilagem se degenera. “E não é só ela. Meniscos, osso subcondral e membrana sinovial também são afetados, por isso é um processo mais complexo do que um desgaste”, completa.


Os sinais de alerta
Os sintomas chegam aos poucos: dor ao caminhar, ao subir e descer escadas, rigidez, inchaço, estalos e perda de mobilidade. No começo, a dor aparece depois de esforço ou impacto. Com a progressão, vem com mais frequência e pode surgir até em repouso, atrapalhando o sono e os exercícios.

Por que acontece
Envelhecimento, genética, obesidade, sedentarismo, lesões de menisco, ruptura do LCA, desalinhamento das pernas e sobrecarga repetitiva estão entre os fatores.
E um ponto que o Dr. Bruno gosta de destacar: “O grau de desgaste no exame nem sempre corresponde à intensidade da dor. Tem gente com artrose importante e poucos sintomas, e gente com muita dor e alterações moderadas”. Por isso o tratamento é sempre individual.
Tem tratamento, e não é só cirurgia
Nas fases iniciais e moderadas, dá para controlar os sintomas e frear a progressão com fortalecimento, fisioterapia, perda de peso, atividade física orientada, infiltrações, viscossuplementação e tratamentos biológicos. Em alguns pacientes, osteotomias redistribuem a carga e adiam a prótese.

Quando o desgaste é avançado e a dor persiste, a prótese pode devolver mobilidade e qualidade de vida. “Nem toda artrose precisa de prótese”, reforça o especialista.
Os exames que ajudam
- Radiografias com carga: mostram o espaço entre os ossos, deformidades, desalinhamentos e os osteófitos, os famosos “bicos de papagaio”. As panorâmicas avaliam o eixo das pernas.
- Ressonância magnética: analisa cartilagem, meniscos, ligamentos, edema ósseo e inflamação, especialmente nas fases iniciais.
- Tomografia: em casos específicos, para avaliar alinhamento, deformidades e planejar cirurgias.



“Os exames são importantes, mas a avaliação clínica e funcional continua sendo fundamental para definir o melhor caminho para cada pessoa”, conclui o Dr. Bruno.
Quer uma avaliação para o seu joelho?
O Dr. Bruno Paschoa (CRM/SC 26977, RQE 17048, TEOT 15382) é médico ortopedista e traumatologista em Florianópolis, especialista em cirurgia de joelho e artroscopia. Para conhecer em detalhes a artrose e o desgaste do joelho, acesse a página completa no site do Dr. Bruno Paschoa ou agende uma consulta pelo site oficial.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Cada caso precisa de avaliação individualizada.
Por Leandro Xavier
CMO da Agência SSB, agência com 20 anos de experiência em marketing digital, e autor do Fórum Revista Brasil.
Conteúdo técnico: Dr. Bruno Paschoa
Médico ortopedista e traumatologista em Florianópolis, especialista em cirurgia de joelho e artroscopia. CRM/SC 26977 | RQE 17048 | TEOT 15382. brunopaschoa.com





















