O joelho travou, deu um estalo ou dói na hora de agachar? Pode ser uma lesão de menisco pedindo atenção. As lesões meniscais estão entre as causas mais comuns de dor no joelho, e o Dr. Bruno Paschoa, ortopedista especialista em joelho em Florianópolis, explica que hoje o tratamento tem um objetivo claro: preservar essa estrutura sempre que possível.
“Cada joelho tem dois meniscos, o medial e o lateral. Eles funcionam como amortecedores, distribuem a carga, dão estabilidade e protegem a cartilagem”, explica.

Como a lesão acontece
Nos mais jovens, a lesão costuma vir de uma torção, de um esporte ou de um trauma. “Já depois dos 40 ou 50 anos, muitas lesões são degenerativas, ligadas ao envelhecimento do menisco e à artrose inicial”, conta o médico.

Os sintomas variam: dor localizada, inchaço, travamento, bloqueio, estalos e dificuldade para agachar ou fazer atividades físicas.



Nem toda lesão precisa de cirurgia
Boa notícia para quem tem medo do centro cirúrgico. “Em lesões pequenas, degenerativas ou com poucos sintomas, o tratamento conservador funciona bem”, afirma o Dr. Bruno. Ele inclui fisioterapia, fortalecimento, controle da sobrecarga, reabilitação biomecânica, medicações e adaptação das atividades.
Quando há dor persistente, travamentos ou limitação importante, a cirurgia passa a ser considerada. E aqui vai um alerta: “Em lesões sintomáticas que podem ser reparadas, não vale a pena adiar demais. Com o tempo, a lesão pode crescer, ficar mais complexa e perder a chance de ser suturada”.
Meniscectomia parcial
Em lesões degenerativas e irreparáveis, pode ser necessário retirar apenas a parte lesionada. “Removemos só o que está danificado e preservamos o máximo de tecido saudável”, explica. A cautela existe porque retirar menisco demais aumenta a sobrecarga na cartilagem e pode acelerar o desgaste ao longo dos anos. Ainda assim, em casos bem indicados, a meniscectomia parcial alivia os sintomas e melhora a função.


Sutura meniscal: o padrão-ouro
“A sutura é hoje considerada o tratamento padrão-ouro para muitas lesões reparáveis, principalmente em pacientes ativos e em regiões do menisco com potencial de cicatrização”, destaca o ortopedista. Com dispositivos modernos, o menisco é reparado para recuperar anatomia, estabilidade e função.


Em situações específicas, podem ser necessárias reinserções da raiz meniscal ou técnicas mais complexas.


Muitas vezes, a cirurgia combina as duas coisas: retira as partes degeneradas ou instáveis e sutura as áreas viáveis.



O que diz a ciência
Revisões recentes mostram que preservar o menisco traz melhores resultados no longo prazo, com menor progressão da artrose, principalmente em pacientes jovens e ativos. “Mas nem toda lesão pode ser suturada. A decisão é sempre individual”, reforça o Dr. Bruno.
Perguntas rápidas
Todo menisco rompido precisa ser operado? Não. Lesões pequenas, degenerativas ou pouco sintomáticas podem ser tratadas sem cirurgia.
É melhor suturar ou retirar? Sempre que possível, suturar. Em lesões irreparáveis, a meniscectomia parcial pode ser a melhor indicação.
Quer uma avaliação para o seu joelho?
O Dr. Bruno Paschoa (CRM/SC 26977, RQE 17048, TEOT 15382) é médico ortopedista e traumatologista em Florianópolis, especialista em cirurgia de joelho e artroscopia. Para conhecer em detalhes as lesões de menisco, acesse a página completa no site do Dr. Bruno Paschoa ou agende uma consulta pelo site oficial.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Cada caso precisa de avaliação individualizada.
Por Leandro Xavier
CMO da Agência SSB, agência com 20 anos de experiência em marketing digital, e autor do Fórum Revista Brasil.
Conteúdo técnico: Dr. Bruno Paschoa
Médico ortopedista e traumatologista em Florianópolis, especialista em cirurgia de joelho e artroscopia. CRM/SC 26977 | RQE 17048 | TEOT 15382. brunopaschoa.com











