Janja aponta perigo nas redes sociais e big techs para mulheres
A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, fez um **alerta contundente** durante sua visita à Espanha, parte da agenda oficial do governo federal na Europa. Em um evento focado na “defesa da democracia”, ela declarou que a **falta de controle sobre redes sociais e big techs** tem um impacto direto e grave, podendo levar à morte de mulheres e meninas.
Janja enfatizou que é uma **obrigação do campo progressista** discutir diariamente a **regulação das redes sociais**. Segundo ela, o ambiente online atual permite que discursos de ódio contra mulheres se espalhem sem consequências imediatas, o que, em sua visão, está diretamente ligado a casos de violência fatal.
A declaração foi feita em Barcelona, durante a 1ª Mobilização Progressista Global. Um vídeo do pronunciamento foi divulgado nas redes sociais após o evento. A primeira-dama classificou o poder das plataformas digitais como algo **superior a outros poderes estabelecidos**, comparando-as a um “quinto poder”, acima até da imprensa, tradicionalmente conhecida como “quarto poder”.
Regulação de redes sociais em pauta no Brasil
Não é a primeira vez que Janja se manifesta sobre a **urgência na regulamentação das redes sociais** no Brasil. Essa discussão ganhou força após denúncias sobre a **adultização infantil**, que vieram à tona no ano passado por meio de um vídeo do youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca.
A influência de Janja na agenda governamental é notória. Ela já mencionou que algumas iniciativas importantes, como as voltadas para o **combate ao feminicídio**, surgiram a partir de conversas com o presidente Lula, seu marido. A defesa pela regulamentação das plataformas digitais se insere nesse contexto de busca por maior segurança e proteção para as mulheres.
O poder das big techs e o “quinto poder”
A comparação das redes sociais e big techs a um “quinto poder” ressalta a preocupação com a **enorme influência** que essas empresas exercem sobre a sociedade e o debate público. Janja sugere que esse poder, quando não regulamentado, pode ser utilizado de formas prejudiciais, especialmente contra grupos vulneráveis como as mulheres.
A necessidade de um **debate aprofundado e ações concretas** para a regulamentação se torna cada vez mais evidente, segundo a primeira-dama. A busca é por um ambiente online mais seguro e responsável, onde discursos de ódio e conteúdos que incitam a violência sejam efetivamente combatidos, protegendo assim vidas.





















